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Fui traída, e agora? O que fazer?

Fui traída, e agora? O que fazer?

Fui traída pelo meu marido, o que eu faço agora? Calma, calma, não é bem o fim do mundo. Dói, dói muito, dói absurdamente, mas dá para passar por esse momento e sobreviver.

Quando entramos em uma relação sabemos que a traição é algo que pode acontecer a qualquer momento.

Mas o que  leva um homem a trair?

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Não há motivo certo. Não há uma fórmula. Acontece. 

Ele me traiu por que deixei de me cuidar?

Claro que não! São tantos questionamentos que a gente fica sem saber o que pensar e pensa besteiras como essa. Se fosse assim mulher bonita nunca teria esse problema, concorda? Atrizes lindas e maravilhosas nunca passariam por momentos assim.

Como superar a dor de ser traída por uma pessoa que você ama tanto?

Não é fácil, não é simples, mas é possível! Eu já passei por isso, eu sei muito bem como é.

Dá para superar o medo de ser traída novamente?

Claro!

Essas e outras dúvidas eu recebi depois do lançamento do livro “Fui Traída – o amor resiste à rotina?”. Fico muito feliz que o livro esteja ajudando tantas mulheres que já passaram a superar essa fase.

Mas, estou ainda mais feliz, principalmente, por receber tantos recados de mulheres que não passaram por isso, mas estão aprendendo, com a história do livro, como não deixar o casamento chegar a esse ponto.

Para responder a essas perguntas, vou fazer uma série de 5 posts bem sinceros. Falando de verdade, nada de resposta pronta.  Se você já assina newsletter aqui do blog você já vai receber no seu email. Se não assina, só clicar aqui. É gratuito, só colocar nome e email.

E se ainda não baixou 1 capítulo gratuito do livro, só clicar na capa abaixo:

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Ah! E um muito obrigada  todas que estão dizendo que queriam um “Furacão Javier” em suas vidas! rs

Lembre-se: você não está sozinha!

E se quiser falar comigo, já sabe: contato@flaviamariano.com.

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Semana que vem começa a série com as dicas sobre traição: como evitar e o que fazer quando já aconteceu.

Beijos!

Menos look do dia, mais look de alegria

Não é post de look do dia, é post de ALEGRIA.


– O cara não ligou no dia seguinte?
– O dia está ruim no trabalho?
– Você está sem trabalho?
– Está tentando ter um bebê e não consegue?
– O casamento está balançado?
– Está morrendo de inveja da amiga de vida perfeita?
– Está de TPM?
– Seu esforço para alcançar aquele sonho não deu certo?
Nem gostei muito dessa foto minha, talvez se tivesse photoshop, talvez se estivesse uns 100 quilos a menos…

Talvez… Se eu tivesse… Se isso… Se eu tivesse o corpo da modelo x…

Mas não tem, colega. Por isso, vai lá no espelho e sorria para você. Com carinho, fé e a humildade de saber: pode não ser tudo o que eu esperava, mas é o que temos para o momento!

As pessoas dão sorriso de tanta besteira na Internet, mas passam dias sem dar um sorriso para si mesma no espelho. Vai lá! Diga:

– Oi, eu!!! Sabia que você é 10?

Menos look do dia + look de alegria. E o melhor é que é de graça!

 

 

Casar cedo, bom ou ruim?

Muitas mulheres me mandam e-mail ou recado na página do facebook, sempre que posso respondo na hora e começamos a conversar. Adoro saber das histórias e bater papo sobre dilemas femininos. 

Dia desses, recebi o seguinte dilema:

“Vou casar com 17 anos. Todos dizem que é loucura, eu tenho vontade de curtir minha vida e as vezes me vejo sem ele e já não tenho mais vontade, o que eu faço? Estou muito confusa!”

arte casar nova 2
Eu sou da idéia de que casar cedo é pular etapas. Você assume uma responsabilidade que não é da fase. Você tem a vida inteira para ser dona de casa. Os vinte e poucos anos já trazem muitas surpresas, dilemas, desafios e casar é um desafio desnecessário para o momento.

Mas digo “casada” no sentido bacana da palavra. Não o simples casada oposto de solteira. Aquele casamento de fazer crescer com as experiências dos dois. Aos 20 e poucos você ainda está fazendo descobertas sobre você como pessoa no mundo. É momento de individualidade.

Eu comecei a namorar meu marido com 17 anos. E já tive meus momentos de certezas como: “preciso estar com ele diariamente! Vamos casar! É a coisa certa a fazer. Esperar o que?”

Mas, por causa dele, não nos casamos enquanto eu ainda estava na casa dos vinte e poucos. E, hoje, sou grata. Como namorada eu me permiti ser e viver tanta coisa que, por melhor que seja nosso relacionamento, eu não viveria.


Fiz 3 intercâmbios, viajei 30 países, continuo viajando sozinha e saindo com as minhas amigas.
“Ando pelo mundo divertindo gente e chorando ao telefone”, porque nem tudo são flores quando você é solteira, nem quando você é casada.


Mas, os vinte e poucos, na minha opinião, é hora de estar solteira, vivendo, experimentando o mundo, por mais que algo dentro de nós diga que vamos morrer se não casarmos logo com o “homem da nossa vida”, vamos perdê-lo para sempre.

Casar é unir e, como unir-se a outra pessoa quando você ainda nem é completo? 

Assim, já que a leitora pediu ajuda, essa é a minha opinião. Talvez a sua psicóloga fique mais em cima do muro, mas eu sou jornalista e daquelas que assumem: não sou imparcial, mesmo sabendo que toda moeda tem dois lados e casar cedo pode ser sim, um gol de placa.

 Mas… como não sou a voz da verdade e há milhares de leitoras aí do outro lado com histórias e experiências distintas e construtivas, fica a pergunta para a nossa leitora:Casar cedo, furada, aventura ou coisa boa?

Se você quer mandar um dilema para postar aqui, envie para contato@flaviamariano.com

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Beijos!

Dividir a conta no restaurante

Quem paga a conta do restaurante? Dividir as contas de casa em partes iguais? Bom, pode parecer um assunto antigo, mas nunca foi tão atual. Dividir as contas pode parecer uma matemática simples, mas não é bem assim… Vamos começar por essa maravilhosa abaixo da Cibele Santos.


quem paga a conta

PRIMEIROs ENCONTROs

Se você chegar ao primeiro encontro sem escova, sem unha feita, sem depilar, vai ser seu único encontro com o pretendente. Ele vai justificar aos amigos: “Ontem a noite sai com a mulher Selva!”

Eles não notam? Notam. Como dizia uma amiga:

– Nunca vou esquecer de quando namorávamos e um dia eu sai sem brinco. Ele disse: hoje você veio de menino?

Vamos a uma conta básica: 

1.Roupa íntima linda, vai que rola alguma coisa, R$ 90,00;

 2. Unha, só a da mão eu pago R$ 30,00;

3. Depilação uns R$ 40

4. Escova, no meu caso não sai por menos de R$ 40,00

 Só até ai temos R$ 200,00. Se a conta do restaurante der R$ 200,00 e você dividir, ele vai ter gasto na noite: R$ 100,00 e você… R$ 310,00.

E quando casarem sabe o que ele vai dizer: “Mas você gasta, hein!” Claro, agora que casaram e as contas ficaram juntinhas, ele sente o peso da beleza. Ele nunca vai entender como você “joga” dinheiro fora com tantos cremes.

Com todas as modernidades, a mulher se deu mal em muitos aspectos e um deles é esse, tirou-se vários pesos das costas do homem e uma louca, ainda não satisfeita, saiu por ai dizendo: “mulher moderna divide conta.” Muitas de nós daria uma boa surra nela se a encontrasse pelo caminho!

 

E essa mesma louca nos deixa hoje numa situação terrível na hora do primeiro encontro. Eu não divido e ponto! Dividia tudo aos 17 e fui trocada por outra para a qual ele pagava tudo. Aprendi rapidinho. A discussão já está rolando aqui, mas… muitas mulheres ainda ficam em dúvida quando a conta chega: Conta, sua, dele ou nossa?

Você iria tão longe por amor?

Você iria tão longe por amor?

Algumas mulheres nos inspiram, não é? Adoro ouvir , ler e conhecer histórias de mulheres que vão além do tradicional, seja no amor, na profissão, na vida. A Carol é uma dessas pessoas que você quer ficar horas ouvindo, porque ela foi tão longe em busca do amor. Eu não sei se faria igual, mas a sua história me inspira.

Algumas mulheres aceitam casar com um estrangeiro,  contando que esse estrangeiro tenha um passaporte europeu ou americano. Mas e quando o amor grita seu nome vindo do Paquistão? Carol era uma jovem brasileira que conheceu um paquistanês pela internet.

Decidida a ficar com ele, embarcou para o país sozinha. Passou uns dois meses lá. O rapaz, tão jovem quanto ela, não tinha como sustentá-la. Ela voltou para o Brasil decidida a casar com ele.

casamento estrangeiro

Quando a conheci pessoalmente, há uns dois anos atrás, ela estava aguardando o resultado de uma prova de seleção da Emirates. Se candidatou a vaga para ficar ao lado do seu amor. Dubai seria o local mais viável para ambos. Virou aeromoça e realizou o seu sonho, casou com o seu paquistanês.

Eu cheguei ao Paquistão no dia 01 de junho e o meu noivo  alguns parentes dele foram me buscar no aeroporto de Islamabad. Eles me deixaram na casa da Everyn (brasileira casada com paquistanês). Foi super bacana ter ela por perto, muito mais que isso foi um super alívio!

No dia seguinte aconteceria o Nikkah que é o casamento religioso e quando eu veria toda a família dele incluindo a mãe depois de quase 5 anos juntos. Outra coisa excelente de ter a Everyn é que ela é uma excelente maquiadora. Todo mundo elogiou a maquiagem.

O meu noivo foi em um carro com o marido da Everyn que era uma das minhas testemunhas e eu fui em outro carro com a sogra. Aquele constrangimento… Sou tímida e não estava nada confortável. Ela começou a puxar papo e foi tranquilo até que…. Ela disse que tinha me dado um nome novo! E, segundo ela, algumas pessoas iriam me chamar de… Mariam, de Maria, mãe de Jesus… Eu fiquei chocada e detestei.


Meu nome é Carolina nome que meus pais me deram. Fiquei segurando o meu choro e não consegui dizer nada, até que ela disse que meu lenço (hijab) era muito curto e por isso ela tinha trazido uma duppatta para eu usar na cerimônia.

Aquilo foi me consumindo por dentro muita raiva. A duppatta era antiga e não combinava com a roupa lindinha que eu estava vestindo e o lencinho de flor que eu estava no pescoço, eu disse que não usaria.

Ela ficou quieta até que… Quando a gente saiu do carro ela pediu para a cunhada dela falar comigo e disse que eu tinha que me cobrir na frente do Mulá (que realiza essas cerimônias, um sheikh) eu estava quase chorando.

Coloquei a duppatta e já me sentia sufocada, eles queriam tirar foto, mas eu já estava surtada e disse:
– Não com esse traje!Ela ficou chocada.

Ficamos esperando mais de 2 horas, porque o Mulá disse que num sabia realizar uma cerimônia entre cristãos e muçulmanos. Os homens ficaram do outro lado da sala discutindo e eu lá embaixo daquele monte de pano suando, tendo que aturar as pessoas falando em urdu achando que eu não estava entendendo.

Elas falavam sobre religião, de quando a gente tiver filhos, que ela espera um dia que eu me converta. E eu quase chorando. Até que o Mulá desistiu de fazer nosso casamento, não tinha o formulário para não muçulmano.

 – Eu vou fazer esse casamento! – o tio dele que é Mulá disse.

E foi o que nos salvou. Fizeram o só o casamento verbal porque o contrato teria que ser feito depois com todos os detalhes, o casamento foi somente assim Carolina filha de … você aceita como seu marido Waqas filho de … 3 vezes me perguntaram isso e a ele também, depois ele fez uma prece e todos dizem Mashallah e te abraçam dizem parabéns e bem-vindo a família, o que foi um super alivio, tirei aquela duppatta horrivel e tiramos fotos.

Durante o pronunciamento a quando disseram Carolina, a mãe dele soltou Mariam, e ele já logo corrigiu. Porque eu já havia mandando um sms para ele contando que estava odiando o que a mãe dele estava fazendo comigo.

Depois do Nikkah, eu não pude fazer Henna, pois teria que trabalhar em breve, o mamoo dele (irmão da mãe) organizou um mini mendhi na casa dele. O mendhi é assim: música, comida, a família canta e dança e teria que então fazer a henna nas mãos para o próximo dia que seria o Valima. Foi divertindo, me cumprimentaram, sai feliz.

Eu sou muito racional em relação ao amor, mas me emociono com pessoas que vão em busca do amor onde ele estiver… Por isso, quando vi as fotos do casamento da Carol fiquei pensando… Você iria tão longe por amor?

Desistir de um sonho ou mudar o instrumento?

Eu sempre amei desfile de escola de samba, nem deve ser porque sou carioca.

Mas, enquanto todo mundo tem o sonho de ser rainha de bateria, eu sempre quis tocar na bateria. E eu sabia qual instrumento: o tamborim.

Mas, com o tempo, descobri que eu nasci com falta total de algo fundamental para tocar tamborim: coordenação motora.

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Certa vez, tentei tomar aulas e foi um fracasso total. Ali mesmo enterrei o meu sonho. Meu cérebro não entendia por que o braço direito queria fazer movimentos tão diferentes do esquerdo. Foi exaustivo.

A única coisa que meus braços e pernas e o lado esquerdo e direito conseguem fazer juntos é andar e nadar. De resto, é muito tenso.

Não esquio, não faço nem elíptico na academia sem ficar nervosa, exausta e roxa de alguns tombos.

Até que, domingo, vendo o desfile das escolas, veio a bateria, tantas mulheres ali tocando, eu pensei em como vamos deixando muitos sonhos de lado porque não conseguimos fazer exatamente como sonhamos.

Dia desses, uma mulher falava que sua vida mudou quando adotou sua filha. Que sofreu por mais de 10 anos se culpando por não conseguir engravidar, mesmo com tratamentos. Até que resolveu realizar seu sonho, mas precisou adaptar a forma.

Não somos perfeitos e os nossos “sonhos” nem sempre são perfeitos para nós. Mas podemos fazer a curva, dar um jeito.

No meio da transmissão do desfile, um comentarista perguntou a um mestre de bateria:

– Qual instrumento você recomenda a uma pessoa que queira começar a tocar?

– Chocalho.

Sim!!! Isso eu consigo!

Eu vou continuar sonhando com o tamborim, mas vou escolher parar de sofrer por saber não tocá-lo e aprender a amar o chocalho. É sacudir e sorrir. Realizar o meu sonho com o possível. Amar o que eu posso ter e ser.

A escolha é sempre nossa: Desistir de um sonho ou mudar o instrumento.

Avalie, se achar que o seu sonho vale a pena o esforço, ache uma maneira.

Boa quarta. Ao invés de cinzas, ressuscite seus sonhos.